Carta a la ciudadanía sobre las movilizaciones del 12 al 15 de mayo (traducido)

En los últimos días,hemos asistido con preocupación a los debates sobre las movilizaciones propuestas por el movimiento 15M en el primer aniversario de su aparición. En concreto,nos inquietan las declaraciones de los poderes públicos orientadas a limitar espacio-temporalmente el ejercicio del derecho de reunión y las consecuencias desmovilizadoras que ésto pudiera tener sobre la ciudadanía. A ella queremos dirigirnos,para recordar que:
El derecho de reunión,que es un derecho fundamental,viene garantizado por el artículo 21 de la Constitución española de 1978,que señala que “Se reconoce el derecho de reunión pacífica y sin armas. El ejercicio de este derecho no necesitará autorización previa”,y añade que “en los casos de reuniones en lugares de tránsito público y manifestaciones se dará comunicación previa a la autoridad,que solo podrá prohibirlas cuando existan razones fundadas de alteración del orden público,con peligro para personas o bienes”. Entendemos que no existen  motivos fundados para presumir que las movilizaciones que promueve el 15M,que se ha caracterizado por una gestión ejemplar y pacífica de sus  protestas en la calle,puedan incurrir en ninguno de estos supuestos. Desde el 15 de mayo hasta el día de hoy,la práctica política de este movimiento se ha centrado en el ejercicio del “derecho a participar en los asuntos públicos,directamente”,sin intermediarios,tal y como recoge el artículo 23 dela Constitución,sin que haya correspondencia entre la pacífica voluntad manifiesta de sus participantes y las estrategias criminalizadoras promovidas por parte de la Delegación del Gobierno.
Este derecho fundamental está,además,regulado por la Ley Orgánica 9/1983,de 15 de julio,que fue aprobada en un contexto de transición política. Entendemos que,mientras el Legislativo no adapte la Leya los nuevos tiempos,ésta debe ser reinterpretada,tal y como lo prevé el artículo 3 del Código Civil:“Las normas se interpretarán… según la realidad social del tiempo en que han de ser aplicadas,atendiendo fundamentalmente al espíritu y finalidad de aquéllas”. Entendemos que,en un Estado democrático,que considera a sus ciudadanos y ciudadanas ”sujetos de derechos”,no cabe una tutela restrictiva de derechos fundamentales,especialmente potegidos en el marco constitucional. Sí corresponde a los poderes públicos la salvaguarda,y no la restricción del ejercio de los mismos,entendemos que ha llegado el momento en que la ciudadanía debe poder exigir una revisión actualizada,adaptada al contexto social actual y a sus necesidades,de una norma aprobada hace tres décadas,tras un duro contexto político que queremos definitivamente superar.
Entendemos,además,que de la decisión de la Delegadadel Gobierno de la Comunidad de Madrid de restringir el derecho de reunión de miles de personas los próximos días,apoyándose en una comunicación que no parte de una decisión colectiva tomada en asamblea,se desprende una clara intención de etiquetar a todas aquellas personas que participen en las movilizaciones como alborotadores o “antisistema”. Esta medida trata de desmovilizar a la ciudadanía,cuando lo que siempre hemos pretendido es ejercer nuestros derechos de manera noviolenta y responsable.
Y razones no faltan;es más,sobran. Por ello,tal como hicimos hace un año frente a la prohibición de la Junta Electoral, no nos sentimos vinculados/as por dichas restricciones,en un ejercicio consciente de desobediencia civil. La norma poco puede decir cuando habla la conciencia,y la Historia así nos lo ha demostrado.
Animamos a todas aquellas personas que deseen unirse a las movilizaciones convocadas del 12 al 15 de mayo,a que salgan a la calle sin miedo, demostrando que un formalismo nunca puede estar por encima de la defensa de los derechos más básicos,que nos están siendo arrebatados tras el sacrificio de generaciones que los fueron conquistando. Porque los derechos se conquistan ejerciéndolos ¡Nos vemos en las calles!
Comisión Legal de Sol



  • Carta aos cidadãos sobre as manifestações de 12-15 de Maio
Nos últimos dias temos assistido com preocupação para as discussões sobre propostas as mobilizações do movimento 15M no primeiro aniversário de sua aparência. Especificamente,estamos preocupados com as declarações de autoridades públicas que visam limitar o tempo e o espaço para o exercício do direito de reunião e desmobilizando conseqüências que isso pode ter sobre os cidadãos. Para ela,nós queremos ir,lembrar que:
O direito de reunião,que é um direito fundamental e garantido pela Constituição da República de 1988,art. 5.º,inc. XVI ,que estabelece “O direito de se reunir em locais abertos ao público,desde que o encontro seja pacífico,lícito,sem armas,,e não colida com outra reunião anteriormente convocada para o mesmo lugar. O direito é exercido independentemente de autorização (de quem quer que seja),contudo,exige-se apenas que seja avisada a autoridade competente”,acrescentando que”no caso de reuniões em locais públicos e manifestações receberá uma notificação prévia à autoridade,que só pode proibi-las quando houver motivos razoáveis ​​de perturbação da ordem pública,com perigo para pessoas ou bens. ”Entendemos que há motivos razoáveis ​​para crer que os protestos que promove 15M,que foi caracterizada por uma gestão pacífica e exemplar de protestos de rua,os seus poderão incorrer em qualquer uma dessas hipóteses. De 15 de maio até hoje,a prática política deste movimento tem-se centrado sobre o “direito de participar nos assuntos públicos,diretamente”sem intermediários,conforme estabelecido no artigo 23 Dela Constituição sem há correspondência entre a vontade expressa pacífica de seus participantes e estratégias que criminalizam promovidas pelo Gabinete do Governo.
Este direito fundamental é também regulada pela Lei Orgânica 9/1983 de 15 de Julho,que foi aprovada num contexto de transição política. Entendemos que embora o legislador não se adequar à mudança dos tempos Leya,este deve ser reinterpretado conforme previsto no artigo 3 º do Código Civil:“As regras devem ser interpretadas …de acordo com a realidade social do tempo que deve ser aplicada serviu principalmente o espírito ea finalidade daqueles. ”Entendemos que em um Estado democrático,que considera seus cidadãos “detentores de direitos”não pode ser uma restrição da protecção dos direitos fundamentais,especialmente protegida pela Constituição. Se adequadas para salvaguardar os poderes públicos,não a restrição servido o mesmo,entendemos que é tempo que o público deve ser capaz de exigir uma actualização,adaptada ao contexto social atual e as necessidades de uma norma aprovada faz três décadas,depois de um contexto difícil político que nós definitivamente superada.
Entendemos ainda que a decisão do Governo para restringir o direito de reunião de milhares de pessoas no dia seguinte,apoiado por uma comunicação que não faz parte de uma decisão coletiva tomada pela assembleia,mostra uma clara intenção rotular todos aqueles que participam nas manifestações como baderneiros ou “anti”. Esta medida visa desmobilizar os cidadãos,quando o que sempre tentou exercer os nossos direitos é forma não-violenta e responsável.
Encorajamos todos os que quiserem juntar-se as manifestações chamadas 12-15 de maio,para tomar as ruas sem medo,mostrando que um formalismo nunca pode estar acima da defesa dos direitos fundamentais,estamos sendocapturado após o sacrifício das gerações que foram conquistados. Porque os direitos são conquistados os exercer Veja você nas ruas!
Comissão Jurídica do Sol



  • Letter to citizens about the demonstrations from 12 to 15 May.
In recent days we have witnessed the debates about proposals for the mobilizations to celebrate the first anniversary of 15M with concern.
Specifically,we are concerned about the statements of public authorities aimed at limiting time and space to exercise the right of assembly and the demobilizing consequences that this might have on the citizenry. In light of this,we want to remind you that :
The right of assembly,which is a fundamental right is guaranteed by Article 21 of the 1978 Spanish Constitution,which states that  “We recognize the right to peaceful,unarmed assemblyThe exercise of this right shall not require prior authorization ”and adds that “in the case of meetings in public places and demonstrations, prior notification must be given to the authorities,which can only forbid them when there are reasonable grounds for disorderly conduct,endangering persons or property. “
We understand that there are no reasonable grounds to believe that the 15 M demonstrations,which have been characterized by the peaceful and exemplary management of its street protests,may fall under any of these assumptions.
From May 15 until today,the political practice of this movement has focused
on the “right to participate in public affairs,directly”without intermediaries,as set out in Article 23 of the Constitution,and without there being a correspondence between the peaceful  will expressed by its participants and the criminalizing strategies promoted by the Government.
This fundamental right is also regulated by the Organic Law 9/1983 of 15 July,which was adopted in the context of political transition. We understand that while the legislature does not adapt this law to the changing times,the law should be reinterpreted as provided in Article 3 of the Civil Code:“ The rules shall be interpreted …  in accordance with the social reality of time in which they must be applied ,primarily serving the spirit and purpose of those times. ”We understand that in a democratic state,which considers its citizens “subjects with rights”a restrictive guardianship of fundamental rights is unacceptable,especially those rights which are protected within the constitutional framework. It is the rightful place of public authorities to safeguard,and not to restrict,the exercise of these rights; thus we understand that it is time that the public should be able to demand an updated version of this law,adapted to the current social context and its needs,given that the law in question was passed three decades ago in the midst of a difficult political context which we wish to move beyond.
We understand further that the decision of the Delegate of the Government of the Community of Madrid to restrict the right of assembly of thousands of people in the coming days, based upon a communiqué that is not part of a collective decision made by the assembly,shows a clear  intention to label  all those involved in the demonstrations as troublemakers or “anti-system . This measure  is meant  to demobilize the citizenry,when what we have always intented is to exercise our rights in a nonviolent and responsible way.
And there is no shortage of reasons;we have more than enough. Thus,as we did last year against the prohibition of the Electoral Committee,  we do not feel held by these restrictions,in a conscious exercise of civil disobedience. Regulations have little to do when we speak of our conscience ,and history has shown us so.
We encourage all those who wish to join the demonstrations planned from 12 to 15 May to take to the streets without fear,  showing that conventionality can never be above the defense of basic rights,which are being eroded after the sacrifice of generations that won them.  We will win our rights by exercising them; see you in the streets!
Legal Commission of Sol



  • Lettera alla cittadinanza sulle mobilitazioni dal 12 al 15 Maggio.
Negli ultimi giorni,abbiamo assistito con preoccupazione ai dibattiti sulle mobilitazioni proposte per il movimento 15M nel primo anniversario della sua apparizione. In concreto,c’inquietano le dichiarazioni dei poteri pubblici orientate a limitare spazio-temporaneamente l’esercizio del diritto di riunione e le conseguenze che questo potesse avere sulla cittadinanza. A questo proposito vorremmo ricordare:
Il diritto di riunione,che è un diritto fondamentale,viene garantito dall’articolo 21 della Costituzione Spagnola di 1978 il quale segnala che “si riconosce il diritto di riunione pacifica e senza armi. L’esercizio di questo diritto non avrà bisogno di autorizzazione previa”,ed aggiunge che “nei casi di riunioni in posti di transito pubblico e manifestazioni si darà comunicazione previa all’autorità che soltanto potrà proibirli,quando esistano ragioni motivate di alterazione dell’ordine pubblico,per la sicurezza e l’incolumità pubblica. Crediamo non esistano motivi alcuni nel presumere che le mobilitazioni che promuove il 15M,che si è caratterizzato per una gestione esemplare e pacifica,possano incorrere in nessuno di queste ipotesi. Dal 15 Maggio scorso fino ad oggi,la pratica politica di questo movimento si è centrata nell’esercizio del “diritto a partecipare ai temi pubblici,direttamente”,senza intermediari,tali come raccoglie l’articolo 23 dela Costituzione,senza che ci sia corrispondenza alcuna,tra la pacifica volontà manifesta dei suoi partecipanti e le strategie criminalizzatorie arrivate da parte della Delegazione del Governo.
Questo diritto fondamentale sta,inoltre,regolato per la Legge Organica 9/1983,del 15 Luglio che fu approvata in un contesto di transizione politica. Capiamo che,finché il Legislativo non adatta la Legge ai nostro giorni,essa deve essere reinterpretata,tale e come prevede l’articolo 3 del Codice Civile:  “Le norme si interpreteranno  secondo la realtà sociale del tempo in cui devono essere applicate,servendo fondamentalmente lo spirito e finalità di quelle.”Siamo consapevoli che in un Stato democratico,il quale considera i suoi cittadini e cittadine “soggetti di diritti”,non sia possibile una tutela restrittiva di diritti fondamentali,specialmente potetti nel quadro costituzionale. Sé corrisponde ai poteri pubblici,la salvaguardia e non la restrizione,inoltre,capiamo che è arrivato il momento in cui la cittadinanza deve potere esigere una revisione aggiornata,adattata al contesto sociale attuale e necessità di una norma approvata tre decenni fa,dietro un pesante momento politico che vogliamo definitvamente superare.
Siamo consapevoli che la decisione della ”Delegada del Gobierno de la Comunidad de Madrid”nel restringere il diritto di riunione di migliaia di persone nei prossimi giorni,supportata inoltre,di una comunicazione che non fa parte di una decisione collettiva presa in assemblea,mostra una chiara intenzione di etichettare tutti coloro che parteciparanno alle mobilitazioni come agitatori o “antisistema.”Questa misura ha una chiara intenzione,smobilitare i cittadini,quando ciò che abbiamo sempre preteso,ed esercitare i nostri diritti di maniera non violenta e responsabile.
Non mancano le ragioni;per di più,eccedono. Per ciò,come facemmo l’anno scorso contro il divieto del Consiglio Elettorale,non ci sentiamo vincolati come da tali restrizioni,in un esercizio cosciente di disobbidienza civile. La regola,norma,ha poco da dire quando parla la coscienza,e così la Storia ce l’ha dimostrato.
Invitiamo tutti coloro che desiderino unirsi alle mobilitazioni convocate dal 12 al 15 Maggio a prendere le strade senza paura,dimostrando che un formalismo non può mai essere al di sopra della difesa dei diritti fondamentali,essi,che oggi sono sotto attaco dietro il sacrificio di generazioni che li furono conquistando. Perché i diritti si conquistano nel loro esercizio.
Ci vediamo nelle strade!
Commissione Legale di Sol



  • Lettre à l’ensemble des citoyens à propos des mobilisations du 12 au 15 mai.
Ces derniers jours,nous avons assisté avec inquiétude aux discussions sur les propositions de mobilisation du mouvement 15m en ce premier anniversaire de son apparition.
En particulier,nous sommes préoccupés par les déclarations des autorités publiques visant à limiter dans le temps et géographiquement l’exercice du droit de réunion et le risque de démobilisation qu’elles pourraient entrainer chez les citoyens.
Aussi,rappelons que:
Le droit de réunion,qui est un droit fondamental,est garanti par l’article 21 de la Constitution espagnole de 1978,qui dit que “Est reconnu le droit de réunion pacifique et sans armes.L’exercice de ce droit ne nécessite pas d’autorisation préalable”,et ajoute que “dans le cas de réunions et de démonstrations dans les lieux publics les autoritées en seront prévenues au préalable,elles ne pouront les interdire que s’il existe des motifs raisonnables de troubles à l’ordre public,avec mise en danger des personnes ou des biens”.
Comprendre que ces motifs raisonnables n’existent pas,tant la gestion de la mobilisation promue par le 15m a été exemplaire et pacifique dans ses manifestations de rue,rien ne pourrait être suspecté.
Du 15 mai jusqu’à aujourd’hui,la pratique politique de ce mouvement a mis l’accent sur l’exercice du “droit à participer aux affaires publiques,directement,sans intermédiaires,exactement comme indiqué dans l’article 23 de la Constitution,sans qu’il y ait correspondance entre la volonté de paix exprimée par les participants et la stratégie de criminilisation utilisée par le gouvernement.
Ce droit fondamental est également régie par la loi organique 9/1983 du 15 juillet,qui a été adoptée dans un contexte de transition politique. Nous comprenons que tant que la Législature n’adaptera pas la Loi aux temps nouveaux,elle devra être réinterprétée comme le prévoit l’article 3 du Code Civil:“Les règles seront interprétées…en accord avec la réalité sociale de l’époque où elles devront être appliquées,servant fondamentalement l’esprit et les finalités de celle-ci. Nous comprenons que dans un état démocratique qui considère ses citoyens et citoyennes “Sujets de droits”,une diminution des droits fondamentaux est innacceptable,en particulier les droits protégés par la Constitution.C’est aux pouvoirs publics de protéger,et non d’empécher,l’exercice de ces droits. Aussi nous comprenons qu’il est temps pour les citoyens de demander une révision ,adaptée au contexte social actuel et à ses besoins,de cette loi adoptée il y a trois décennies dans un autre contexte politique difficile que nous voulons définitivement surmonter.
Nous comprenons,par ailleurs,que la décision de la délégation gouvernementale de Madrid de restreindre le droit de réunion de milliers de personnes les jours à venir,basée sur une communication ne s’appuyant pas sur une décision collective prise en assemblée,montre une intention claire d’étiqueter toutes les personnes qui participent à la mobilisation comme fauteurs de troubles ou anti-système. Cette mesure vise à démobiliser les citoyen-ne-s,quand nous avons toujours cherché à exercer nos droits de manière non violente et responsable,et pourtant les raisons de l’attitude inverse sont nombreuses. Donc,comme nous l’avons fait il y a un an contre l’interdiction de rassemblement pendant les élections,nous ne nous sentons pas concerné-e-s par leur interdiction,et nous nous projetons dans un exercice conscient de désobéissance civile. La règle a peu à dire quand la conscience parle,comme l’histoire nous l’a si souvent montré.
Encourageons tou-te-s ceux/celles qui souhaitent se joindre aux mobilisations appelées du 12 au 15 mai a prendre la rue par tous les moyens,montrant qu’un (formalisme) ne peut jamais être au dessus de la défense des droits les plus élémentaires,montrant que ces derniers sont abandonnés après les sacrifices des générations précédentes a les conquérir.
Parce que les droits sont acquis,exerçons les ! Prenons la rue !
Commission juridique de Sol

5 comments to Carta a la ciudadanía sobre las movilizaciones del 12 al 15 de mayo (traducido)

  • [...] Letter from Los Indignados,via Take the Square,about current government actions to suppress of the 12M15M Global Spring. Letter to citizens about the demonstrations from 12 to 15 May. [...]

  • Alfredo Terán Jijón

    OJO CON LOS QUE NO DESCANSAN EN LOGRAR LA DICTADURA MUNDIAL ;LA HUMANIDAD RECHAZA LO NEONAZI,TAMBIEN A LOS SIONISTAS,QUE DIA A DÍA SE ESFUERZAN EN DEMOSTRAR QUE SON MÁS RACISTAS,FANÁTICOS,USUREROS ,TERRORISTAS ,E HIPÓCRITAS CRIMINALES QUE LO QUE FUERON LOS NAZIS más comentarios útiles en http://alfredoteranjijon.blogspot.com/

  • El 15m/12m sufre de “asambleitis crónica”. Muchas convocatorias,mucha fiesta,mucha protesta,mucho símbolo,mucha consigna…pero de todo lo que se habla y se pone en la voz,en la redes sociales y demás no se convierte en un proyecto factible de cambio real,ni siquiera en una propuesta clara ante la sociedad y las “instituciones” (mal instituidas). Hay que confrontarse con los dueños del poder en los espacios donde las leyes y las reglas del juego seudo-democrático se discuten y deciden ¡¡¡Ahí hay que ir a cambiar las cosas!!! De la plaza a la Moncloa,de la asamblea al Congreso. Las vías que comunican los espacios entre los que piensan/discuten/sueñan el cambio y los que se resisten a él deben trazarse:construyamos de una vez la autovía al presente,no dejemos que otros la diseñen y la transiten por nosotros (poniendo su alto peaje al futuro).
    Para esto tres propuestas (las que todos saben) y a correr con las firmas,el texto de las reformas (que para eso os han educado),las voces unidas y las reformas YA¡¡¡¡¡¡:

    1. Reforma electoral. Fuera bipartidismo.
    2. Ley anticorrupción que impida lo que pasó con las cajas (investigación y juicio),la duplicidad de cargos,las comisiones,el pluriempleo de políticos de cualquier calaña.
    3. Ley de justicia social (empleo,educación,vivienda,familia,igualdad) que redistribuya las cargas sociales para que todos podamos crecer y colaborar en la recuperación.

    Hace un año hubo calle,hoy también la tenemos,pero ahora hay que mojarse,hay que dar la cara y a reformar este caos. Líderes del 15m pellizcaos de una vez¡¡¡¡¡

  • Luis Juvenal Guzmán Durán

    Poder participativo:Nueva forma de organización del poder
    Con el colapso en escala universal de la indecente democracia representativa fuente de la unipolaridad y sus distintas manifestaciones hegemónicas reaccionarias ¿Cuáles son las características de la transformación del poder en relación al caos1 y la incertidumbre2?

    En este escenario es fundamental el estudio de la fuente primigenia del desplome de la actual democracia representativa,el numeral 2 de la Primera Sección del ARTÍCULO DOS y la Primera Sección del ARTÍCULO TRES de la Constitución de los Estados Unidos de América.

    Estas normas constitucionales lineales,privilegian la designación para estructurar el poder o la capacidad de imponer la voluntad de los representantes3 sobre la voluntad del soberano Pueblo,al establecer que “Cada Estado nombrara,del modo que su legislatura disponga,un numero de electores…..los electores se reunirán en sus respectivos Estados y votaran mediante cedulas….” o “Se depositara el poder judicial de los Estados Unidos en un Tribunal Supremo y en los tribunales inferiores que el Congreso instituya y establezca….”,violando flagrantemente el derecho político de la ciudadanía a la libertad de voto,fundado en el escrutinio publico del voto universal,libre,directo e igual,voluntario,individual y secreto.

    La mencionada normativa constitucional es reaccionaria,discriminatoria,excluyente y antidemocrática,por restringir la libertad de voto,piedra angular de la democracia,de la soberanía popular y de la libertad.

    La Constitución de los Estados Unidos de América segrega al voto popular para favorecer a unos cuantos “ELECTORES” o magos,quienes con su voto delegado o pseudo voto,destruyendo la libertad de voto de la ciudadanía,convirtieron por arte de magia en Presidente a quien obtuvo la minoría del voto popular en la elección presidencial del 2000. De este modo,el Jefe de Estado en la ejemplar “democracia representativa y presidencialista de los Estados Unidos”,en un gesto totalitario,fue designado a través de un fallo de los jueces del Tribunal Supremo,todos nombrados por un Congreso dominado por el partido republicano,con una estructura reaccionaria y neoconservadora,protectora del cerebro criminal,el principal organizador y planificador directo de los crímenes contra la Humanidad y de los crímenes de guerra perpetrados durante la guerra fría con su famosa “operación cóndor” en Sur América.

    El denominado Poder Judicial de los Estados Unidos de América,es sencillamente un pseudo poder,porque se instituye por designación y no por elección,para resguardar su tiranía representativa.

    Actualmente los gobernantes de los Estados Unidos el supuesto “gran paladín de la democracia y de la libertad”,no tienen ninguna moral para hablar de libertad,democracia o derechos humanos a su propio pueblo y a ningún otro pueblo del mundo,después de conculcar sistemáticamente la libertad de voto de la ciudadanía de Estados Unidos,quienes no eligen directamente a su Presidente (Casos G.W. Bush y G. Ford),a los jueces de su poder judicial y menos a los miembros de su sistema electoral.

    Así como los reyes,emperadores,emires son Jefes de Estado sin elección popular y por violación de la libertad de voto de sus súbditos,en las oprobiosas monarquías aun vigentes,los Estados Unidos de América,al inicio del nuevo milenio mantiene a un Presidente,a un Poder Judicial y a un sistema electoral a través de la vulneración de la libertad de voto del pueblo de Estados Unidos.

    En el contexto multipolar es una necesidad que el Pueblo estadounidense se libere del yugo de la democracia representativa,ejerciendo a plenitud su derecho político a la libertad de voto reconocido por las normas jurídicas universales y por la progresista DECLARACIÓN DE INDEPENDENCIA “…..todos los hombres son creados iguales……que cuando quiera que una forma de gobierno se haga destructora de estos principios,el pueblo tiene el derecho a reformarla o abolirla e instituir un nuevo gobierno que se funde en dichos principios,y a organizar sus poderes en la forma que a su juicio ofrecerá las mayores probabilidades de alcanzar su seguridad y felicidad….cuando una larga serie de abusos y usurpaciones,dirigida invariablemente al mismo objetivo,demuestra el designio de someter al pueblo a un despotismo absoluto,es su derecho,es su deber,derrocar ese gobierno y establecer nuevos resguardos para su futura seguridad…..”

    La inmunidad y la impunidad representativa o capacidad de imponer la voluntad de los representantes se sustenta en su voluntad elitista expresada en ley y se reproduce con diferentes particularidades en los sistemas legales de las republicas y las monarquías contemporáneas,es el factor estimulador de la actividad mafiosa de los corruptos a partir de la democracia representativa y de su sistema político representativo.

    El poder representativo como principal fuente de la repugnante impunidad,de la corrupción,de la discriminación y de la exclusión,siempre insiste en un rol decisivo para los “eternos jefes”,“eternos candidatos”,“caudillos”,“monarcas”,los politiqueros,los demagogos y los “nuevos millonarios” en las distintas candidaturas de jefes de Estado,legisladores,alcaldes y otros cargos elegibles en los Estados.

    Estas candidaturas del continuismo representativo privilegian la máxima ganancia del complejo militar industrial del agonizante capitalismo y defienden activamente a su democracia representativa corrupta,discriminatoria y excluyente a través del engaño al Pueblo en sus campañas electorales,apostando por la ingenuidad de los “tontos en política”.

    La megalomanía es un rasgo común de estas candidaturas obscurantistas,enemigas mortales del poder participativo,la genuina expresión de la voluntad y la razón del pueblo expresada en ley a través de la elegibilidad participativa transparente con mandato improrrogable sin derecho a reelección,del control y fiscalización directa de los actos de los funcionarios públicos por las personas individual o colectivamente,de la rendición de cuentas ante los electores,de la revocabilidad de mandato,de la protección efectiva de los derechos,libertades y garantías de las personas,de la autonomía participativa,de la sistematización de los derechos y de los deberes del Estado,de la selección de los recursos humanos a través de exámenes de oposición,del sistema de impuesto transparente,y de la diversificación de los mecanismos democráticos transparentes a la luz de un rol innovador del cerebro artificial,la bioeconómia4 y la erradicación de la irracionalidad5 del ser humano esclavo de la maquina,del dinero y del poder político,en el actual proceso de transhumanización y posthumanización6.

    1. KON,Un tercer llamamiento para la humanidad . Lorenz Edward,Teoría del caos
    2. Schwinger J. Feynman R. P. Tomonaga S.,Incertidumbre
    3. Hobbes Thomas,Los elementos filosóficos de la doctrina del ciudadano
    4. Georgescu Roegen Nicholas,Ensayos bioeconómicos
    5. KON,Un tercer llamamiento para la humanidad
    6. Bostrom Nick,¿Qué es el transhumanismo?

  • Luis Juvenal Guzmán Durán

    Innovador poder participativo

    La supremacía del Pueblo por su origen,con referencia al Estado y al Derecho es incuestionable. El Pueblo y el Estado – Derecho en calidad de sujetos primigenios del Sistema Mundial (1) interactúan y son interdependientes,desde Sumer hace unos seis mil años atrás hasta nuestros días. En este contexto la Nación como sujeto emergente después del Tratado de Westfalia en 1648,juega un rol activo en el Sistema Mundial,hasta la derrota militar y política del nacionalismo o nazismo en la segunda guerra mundial.
    En el proceso de transformación cualitativa del Sistema de las relaciones entre los Pueblos del mundo y los restantes sujetos principales del Sistema Mundial ¿Cuáles son los rasgos fundamentales de la democracia en relación a la organizatividad transmultiversal del poder participativo?
    El poder como uno de los elementos principales del Estado,se transforma cualitativamente desde un poder autocrático en el Estado esclavista y feudal,hasta un poder representativo en el Estado capitalista y socialista,perfeccionando el Sistema de las relaciones entre los pueblos del mundo y los restantes sujetos principales del Sistema Mundial.
    Después del fin de la guerra fría con el Tratado de París dos más cuatro,los pueblos del mundo encuentran en el poder participativo a su forma autentica de organizar su poder racionalmente.
    La democracia como forma fundamental de organización política de la sociedad humana,caracterizada por el poder del pueblo mediante la libertad de voto para ejercer el mandato,la igualdad de derechos de la ciudadanía,la subordinación de la minoría a la mayoría y el ejercicio del mandato en el sistema de poder del Estado a través de la elegibilidad.
    Durante el prolongado periodo de la guerra fría,la democracia y el poder son la cuestión central de la contradicción ínter sistémica entre el socialismo con su centralismo democrático y el capitalismo con su democracia representativa. Las elites de representantes en los dos sistemas capitalista y socialista,asumieron el poder representativo como forma fundamental de organizar su poder político,con variantes irrelevantes para imponer su voluntad representativa elitista a los pueblos del mundo.

    La colosal lucha entre ambos sistemas democráticos a partir de su agudización,desencadenaron en el mundo el totalitarismo,una forma de Estado autoritario,con un culto absoluto a la designación como mecanismo principal de la estructuración del poder,excluyendo completamente a la elección con libertad de voto y promoviendo el control sobre todas las esferas de la vida en la sociedad,prohibiendo la vigencia de las organizaciones democráticas,liquidando los derechos y las libertades constitucionales,reprimiendo a las fuerzas progresistas y militarizando la vida social.
    El totalitarismo por la vía de la democracia representativa engendra a Hitler y por la vía del centralismo democrático engendro a Stalin.
    En un ambiente de auge de las teorías del caos,de la incertidumbre,de las cuerdas y de los sistemas,finalizo la guerra fría con el Tratado de Paris “dos mas cuatro” y al mismo tiempo,surgió un nuevo orden subyacente al caos y a la incertidumbre,manifestado en la democracia participativa o “todo el poder de los Pueblos por y para los Pueblos” y en el poder participativo “la capacidad de dirigir los intereses soberanos del pueblo en una perspectiva cibernética a partir de la libertad de voto como expresión autentica de la voluntad y la razón del pueblo”.
    El nuevo poder participativo de la democracia participativa,nace como respuesta al colapso del poder representativo de la democracia representativa y del centralismo democrático en la década de los ochenta. Su formulación teórica esta íntimamente ligada a la teoría del poder participativo,sustentada en el contenido teórico –practico del Derecho multipolar (2).
    Naturalmente,es de vital importancia la comprensión de la contradicción interna del poder representativo,entre los sistemas de la democracia representativa y el centralismo democrático. Por cuanto,el centralismo democrático es catalogado como la democracia de abajo hacia arriba para asegurar el poder de los dirigentes,jefes y representantes,generalmente vitalicios,quienes ejercen su mandato en el sistema de poder del Estado,por elección parcial y designación mayoritaria,discriminando y excluyendo la libertad de voto a partir de la voluntad de la nomenclatura o la elite dominante en la sociedad.
    Por su parte,la democracia representativa,es la democracia de arriba hacia abajo,dirigida a resguardar primordialmente el poder exclusivo de los representantes,quienes ejercen su mandato en el sistema de poder del Estado por elección parcial,con reelección frecuente,excluyendo el control y la fiscalización directa del elector,y priorizando la designación con un mandato vitalicio a la luz de la voluntad de la clase o grupo de poder dominante,discriminando y eliminando la libertad de voto,como el fundamento de la soberanía popular y del derecho a la “libre determinación de los pueblos”,conforme establece el Articulo 1.2 de la Carta de la ONU.
    En ambos sistemas la tiranía del poder representativo o la capacidad de imponer la voluntad de los “representantes”,asegura el privilegio de ejercer el mandato en el sistema de poder del Estado,con la diferencia del carácter vitalicio para el Jefe de Estado y para algunos miembros del sistema legislativo,judicial y electoral respectivamente.
    El fin de la guerra fría sepulta al poder representativo inicialmente con el colapso del centralismo democrático y el posterior desmoronamiento de la democracia representativa excluyente y discriminatoria en su cuna los Estados Unidos de América,cuya Constitución demuestra la rigidez lineal opuesta a la ductilidad no lineal del caos en el Derecho o voluntad y razón del pueblo expresada en ley,consiguientemente es una constitución reaccionaria,discriminatoria,excluyente,elitista y antidemocrática,porque no respeta la libertad de voto del Pueblo estadounidense,destruyendo el sueño de A. Lincoln “Gobierno del Pueblo,para el Pueblo y dirigido por el Pueblo”.
    La libertad de voto es la piedra angular de la democracia participativa y del poder participativo en la soberanía popular,hoy destruidas en los Estados Unidos por la segregación del voto popular para favorecer a la “elite representativa” dominante.
    Contrariamente la DECLARACIÓN DE INDEPENDENCIA de los Estados Unidos,fundamenta el proceso de aniquilamiento irreversible de la democracia representativa,a pesar de la lección nazi-talibán-terrorista del 11 de septiembre del 2001 y la posterior “falsa guerra antiterrorista”,dirigida a la protección de los intereses de las elites de “representantes”.
    Hoy,la Humanidad necesita con urgencia renovar las formas de organización política de los Estados y Derechos del Sistema Mundial,mediante el innovador poder participativo de la democracia participativa,como la expresión concentrada de la voluntad y la razón del pueblo en la organizatividad transmultiversal.
    Las teorías del caos,de los sistemas y particularmente la teoría de la incertidumbre manifestada en la correlación de las indeterminaciones para perfeccionar la dualidad Derecho – Estado,en la dinámica de su interrelación e interacción con el Sistema Mundial,como estructura integral multidimensional y con el sistema único,universal y standardizado de normas concordadas del Derecho multipolar en función a la voluntad y la razón soberana del Pueblo,de la Nación y del Estado,expresada en su Derecho Interno,constituyéndose en el sustento del poder participativo.
    Desde luego,estas interacciones e interrelaciones son afines al dualismo corpuscular ondulatorio fundamento de la teoría de la incertidumbre.
    Solo con la base teórica expuesta tienen vigencia los principios del poder participativo en la democracia participativa,como el factor catalizador de la transformación de la forma de organización del poder y de la consiguiente innovación del Estado – Derecho.
    Concretamente en el modelo de constitución participativa de la Unión Suramericana,estos principios se manifiestan en la elegibilidad participativa con mandato improrrogable sin derecho a reelección del Presidente,vicepresidente,gobernadores,alcaldes,concejales municipales,senadores,diputados,vocales de la Corte Confederativa Electoral y del mismo modo,se sugiere la elegibilidad participativa previa selectividad y postulación unipersonal de los jueces,jurados,ministros de la Corte Suprema,magistrados del Tribunal Constitucional,consejeros del Consejo de la Judicatura y Fiscal General de la Republica.
    La observancia del principio de la elegibilidad participativa con mandato improrrogable sin derecho a reelección,garantiza la erradicación de la corrupción,del trafico de influencias,del nepotismo,del crimen organizado,del enriquecimiento ilícito de la elite dominante y asegura la vigencia en el Derecho Interno de los principios de revocabilidad de mandato de los funcionarios estatales elegidos o designados,mediante el ejercicio del derecho de las personas individual y colectivamente de controlar y fiscalizar los actos de cualquier funcionario estatal,a quienes tienen el deber de exigirles la respectiva rendición de cuentas.
    Solo con el poder participativo de la democracia participativa,es posible la protección efectiva de los derechos,libertades y garantías de los seres humanos,el cumplimiento de sus deberes individuales,la sistematización de derechos y deberes del Estado,la autonomía participativa,la selección por oposición,la seguridad social participativa y la diversificación de los mecanismos democráticos.
    En este contexto,se posibilita al ser racional el ejercicio a plenitud de su libertad de voto en la construcción del derecho autentico del pueblo a través del poder participativo.
    1.Bertalanffy,Teoría general de sistemas
    2.Guzmán Luis J.,Derecho Multipolar

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